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BH ELEGE CORTE MOMESCA DO CARNAVAL 2019

BH ELEGE CORTE MOMESCA DO CARNAVAL 2019 Belotur/Divulgação

Rafael Eduardo, Nathália Moreno e Raquel Dutra venceram a disputa 

No Dia Nacional do Samba, Belo Horizonte elegeu neste domingo (2/12), em evento oficial da Belotur no Mercado da Lagoinha, região Noroeste da Capital,  a Corte Momesca do Carnaval 2019. O trio é formado por Rafael Eduardo José Geraldo (Rei Momo), Nathália Moreno (Rainha) e Raquel Elaine Dutra (Princesa). A premiação neste ano foi de R$ 12 mil para rei e rainha e de R$ 9 mil para a princesa.

“Estamos muito felizes com o resultado desse evento, realizado em uma região que é o reduto do samba e do Carnaval da cidade”, disse o assessor da Diretoria de Eventos da Belotur, Márcio Tata.

 

Além da escolha da nova realeza do Carnaval de Belo Horizonte, o evento contou com a final da 4º Mostra Lagoinha de Composições Inéditas, vencida pelo compositor Ronaldo Coisa Nossa, e show da bateria da escola de samba Canto da Alvorada, campeã do Carnaval de 2018.

Outros destaques foram as apresentações do grupo Conversamba, idealizado pelo Centro Cultural Liberalino Alves de Oliveira que resgata a importância da Lagoinha para a cultura local, e dos Baluartes do Samba, projeto criado recentemente para valorizar o samba mineiro. O grupo reúne os sambistas Fabinho do Terreiro, Nonato, Geraldo Magnata, Bira Favela, Jussara Preta, Gilmar do Cavaco, Lulu do Império, Eduardo Gatão, Simão de Deus, Raimundo do Pandeiro, Paizinho do Cavaco e João de Aquino.

Dia do Samba

A origem do Dia Nacional do Samba tem uma relação com Minas Gerais. A data foi instituída em 1963, pelo vereador baiano Luis Monteiro da Costa, em homenagem ao compositor mineiro Ary Barroso, natural de Ubá. Barroso já tinha composto seu sucesso Na baixa do sapateiro, mas nunca havia posto os pés em Salvador (BA). Sua primeira ida à Bahia foi em um 2 de dezembro, passando o Dia Nacional do Samba a ser comemorado sempre nesta data.

Outra versão da origem do Dia do Samba vem do Rio de Janeiro. A data seria fruto do Primeiro Congresso Nacional do Samba, realizado entre os dias 28 de novembro e 2 de dezembro de 1962, no Palácio Pedro Ernesto. Patrocinado pela Confederação Brasileira das Escolas de Samba (CBES), pela Associação Brasileira das Escolas de Samba (ABES), pela Campanha de Defesa do Folclore Brasileiro, pelo Conselho Nacional de Cultura e pela Ordem dos Músicos do Brasil, o encontro produziu a Carta do Samba, em que instituía o Dia Nacional do Samba. O decreto sofreu veto do então governador Carlos Lacerda, mas posteriormente foi aprovado pelo Plenário da Assembleia Legislativa, em 1964.

Ler 86 vezes Última modificação em Domingo, 02 Dezembro 2018 23:07
Zu Moreira

Jornalista, compositor e pesquisador

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